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06 Nov 2026

Principais aprendizados do Applied AI Symposium em Nova York

Written by:
Indicium AI

Três semanas depois do evento lotado em Londres, o Applied AI Symposium da Indicium AI fez sua estreia em Nova York, reunindo no The Malin, em Chelsea, líderes de bancos, seguradoras e do mercado de capitais.

Quem abriu a tarde foram Steve Pickens, VP de Client Leadership da Indicium AI nos EUA, e Isabela Blasi, VP de Parcerias para as Américas. Steve foi direto ao ponto: "todas as empresas aqui já rodaram pilotos. O que importa agora é saber quais deles o negócio consegue medir de verdade e colocar em produção."

Atividade ou impacto: como instituições financeiras reguladas separam o valor real da IA do ruído

O primeiro painel, mediado por GianPiero Bresolin, VP de IA da Indicium AI, recebeu David Byrne, Group Leader de Data Platforms na LSEG, e tocou em um ponto que muita gente na plateia conhece bem: pilotos e métricas de adoção não faltam, mas ainda é difícil dizer se a IA está, de fato, fazendo diferença para o negócio.

A partir daí, a conversa explorou como empresas reguladas escolhem onde investir, o que é preciso para que o negócio confie nos resultados em escala e como perceber se um caso de uso está dando certo ou se é melhor descontinuá-lo.

Reconstruir, não remendar: como a IA está mudando o trabalho nas seguradoras

Na sequência, Zaheer Khaled, Client Partner da Indicium AI, recebeu Eric Budde, da Lockton, para um bate-papo sobre o setor de seguros.

Para os dois, a grande oportunidade não está em encaixar IA nos fluxos de trabalho que já existem, mas em repensá-los do zero. Subscritores, analistas de sinistros e atuários já conseguem criar em uma tarde ferramentas que antes passavam meses paradas no backlog.

Para que isso aconteça com segurança, porém, são necessárias regras claras, sobretudo quando há dados de clientes envolvidos. A dúvida deixou de ser se o negócio deve construir. O desafio agora é fazer com que o caminho seguro seja também o mais simples.

Cinco aprendizados do Applied AI Symposium em Nova York

  1. Invista de forma deliberada, não em pilotos dispersos. Estruture a base de dados e a arquitetura antes de colocar o primeiro caso de uso no ar.
  2. Construa confiança nos resultados. Com avaliação, controles e segurança, o negócio consegue contar com eles em escala.
  3. Meça o impacto, não a atividade. Tenha claro o que acompanhar para saber se um caso de uso está funcionando ou se é hora de encerrá-lo.
  4. Deixe o negócio construir. Quem está mais perto da operação precisa de um caminho claro para transformar um protótipo individual em algo que toda a área possa usar com confiança.
  5. Reconstrua o trabalho, não o adapte. Mais do que ajudar as pessoas a trabalhar mais rápido, o objetivo é redesenhar a forma como o trabalho é feito.

Para fechar o dia, Steve Bryen, CTO da Indicium AI, falou sobre o que vem pela frente: levar a IA do estágio de demo promissora para uma operação que roda com segurança em produção.

A Indicium AI ajuda bancos, seguradoras e empresas do mercado de capitais a levar IA para produção, da estratégia à entrega.

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